Ano 10 - Número 687 - 02 a 07 de junho de 2008- Diretor Presidente: Flávio Sacramento
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 A história do Jornal Correio do Pará “O nosso Jornal”, no Município de Parauapebas/PA começou a se desenhar em 1º de outubro de 1998, quando sua primeira edição foi às ruas, sob a direção de Marcel Nogueira e Flávio Sacramento. Antes esse mesmo jornal tinha o nome de Correio Popular, o qual tinha Flávio Sacramento e Wilson Rebelo à sua frente, os quais eram sócios do empreendimento jornalístico. Mas esse periódico circulara apenas oito edições, vindo à sociedade se desfazer, ficando então Flávio impedido por questões burocráticas de continuar circulando o jornal com o nome de origem.

 Foi a partir desse impasse, que Flávio convidou seu amigo Marcel que trabalhava na Câmara Municipal de Parauapebas (CMP), como assessor parlamentar e era colunista do Correio Popular para juntos darem continuidade ao projeto jornalístico. Tendo Marcel aceito ao convite que considerara, naquela época ser desafiador por a idéia de se fazer “jornal” ser muita nova no município e os munícipes não terem muito hábito de ler jornais impressos, o que segundo ele, os oito primeiros meses de existência do Correio do Pará, distribuiram-se exemplares gratuitamente. “Tivemos que ensinar o pessoal a ler jornais, depois tivemos que ensiná-los a comprar”, relata.

 O Correio do Pará nasceu em meio às eleições presidenciais, com a reeleição de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) á Presidência da República e Faisal Salmem (PSDB) a deputado estadual em Parauapebas e no primeiro mandato da ex-prefeita Ana Isabel Mesquita (PTB), adotando uma atitude moderada em relação à administração municipal.

 O processo de circulação do Correio nas ruas ocorreu inicialmente quinzenal, passando a circular posteriormente decenal, depois semanal e por último bisemanal, isso no ano de 2002, com 12 páginas até fevereiro de 2004. As edições eram editadas pela Tipografia e Papelaria Anagráfica Ltda, com tiragem de aproximadamente 3.000 exemplares. O projeto gráfico era elaborado por Cláudio Feitosa, atual
Secretário de Comunicação da Prefeitura Municipal de Parauapebas (PMP).

 Também em 2002, o Correio passou a contar com um parque gráfico próprio, inaugurando-o dentro de seu espaço físico, agilizando dessa forma o serviço de impressão e até mesmo de circulação nos Municípios de Eldorado dos Carajás, Curionópolis, Canaã dos Carajás e no próprio município de Parauapebas.

 A sociedade de Flávio e Marcel rompeu-se no final de 2004, quando Marcel vendeu sua parte inerente a 50% a Flávio, e montou o seu próprio Jornal, pois estava a fim de começar um novo empreendimento.

 A partir desse momento, a editoria que era de responsabilidade de Marcel ´passou para o repórter Domingos Cardoso, estudante de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo pela UFPA, em Parauapebas, e que faz também reportagens,
sendo que trabalham consigo na busca de informações quatro repórteres.

 O Correio do período 1998 a 2005 passou por uma série de reformulações como número de páginas, quadro de profissionais e outras, sendo que atualmente a sua parte física é composta de 16 páginas. Ele é administrado por Flávio Sacramento, Fábio Sacramento e William Bayerl, com tiragem de aproximadamente 4.000 cópias, em que o exemplar é vendido a R$ 1.50 nas bancas de revistas e jornais, como também nas ruas, por meninos.

 Embora não apresente tantas seções como os jornais das grandes cidades, o Correio apresenta algumas seções como cidade, negócios, sociedade, polícia, variedades e crônica que é escrita por Cláudio de Moura Reis. Há também editorias de charge e fotografias na parte social.

 O Correio circula as terças e sextas feiras e tem 1500 assinantes que recebem regularmente as edições, além de ser o primeiro no município a inserir-se na era virtual, no início deste ano, em que as informações dos periódicos estão disponíveis no site www.correiodopara.com.br. Estima-se que cerca de 20.000 pessoas o lê.

 A receita que sustenta o Correio provém de anúncios publicitários, vendas dos periódicos e “parcerias” com as Prefeituras de Eldorado dos Carajás, Canaã dos Carajás e Parauapebas.

 Em 7 anos de existência, o Correio vem ajudando a construir a história da imprensa de Parauapebas, em que na sua redação já passaram inúmeros repórteres, que deixaram suas contribuições, entre estes Luiz Bezerra, Tálita Baena, Ariana Rodrigues, Valdenilson Popó Costa, Caetano Silva, e outros.

 A linha adotada pelo Correio, nesse espaço de tempo foi primar pela veracidade dos fatos, ganhando credibilidade, firmando assim como o mais conceituado do município, em meio ao mercado competitivo, quando se têm na cidade mais cinco jornais concorrentes




03/07/2008

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